Divididos em quatro grupos, os 1200 alunos do CIC estiveram nesta celebração de uma forma serena, atenta e reflexiva, respondendo ao desafio de identificar no “amor” as suas várias dimensões, os seus diversos “rostos”, de acordo com o tema proposto pela equipa de Pastoral: “Natal, Amor com muitos rostos”.
A celebração iniciou-se com o tema “Ensina-me a amar”, de Anselmo Ralph (interpretado ao vivo pelos alunos Simone, Gonçalo e André), lançando imediatamente o desafio aos alunos: Que “amor” precisa o mundo de ver brilhar no teu rosto? Partindo da Palavra de Deus, nas leituras do Evangelho de S. João e da Carta de S. Tiago, foi proposto aos alunos olharem para o presépio e, inspirados nas suas figuras tradicionais, encontrarem, no quadro do nascimento de Jesus, modelos inspiradores de Amor:
Pastores – Amor humildade (na sua humildade, acolhem Jesus nos seus estábulos, recebem-No e partilham do Seu Amor);
Reis Magos – Amor esperança (três homens lançam-se numa viagem dura e longínqua com ESPERANÇA de encontrar algo transformador. Uma esperança que os leva a sair da sua zona de conforto à procura deste encontro com Jesus);
São José – Amor Fé (acreditou… acolheu no seu coração e confiou na mensagem de Deus que lhe foi transmitida, vivendo-a);
Maria – Amor disponibilidade (Maria não hesitou e, ao convite do Anjo para ser a mãe de Deus, disse SIM, fez-se disponível ao projeto salvador de Deus).
Ao som do tema “Supremo Amor”, mais uma vez interpretado ao vivo pelos alunos supramencionados, cada aluno foi convidado a, refletindo sobre a sua vivência pessoal, escolher um “rosto de amor” para ser o seu, uma forma de ser Amor para os outros. Essa reflexão pessoal ficou registada numa “nota” que levaram consigo.
Na celebração, houve ainda espaço para meditar sobre o “perdão”. Com a colaboração das famílias dos nossos alunos, que responderam previamente à questão “O que é o perdão?”, os alunos refletiram sobre a importância de perdoar e ser perdoado, fazendo assim um exame de consciência sobre a forma como têm feito o seu caminho, na sua relação consigo mesmos e com os que fazem caminho consigo.
No final da celebração, e recordando tudo o que nela se sentiu, fica a certeza de que as sementes lançadas darão o seu fruto no coração dos nossos alunos e das suas famílias.
Que o Menino nascido, Deus que se faz presente para nos ensinar a Amar, nos ilumine e encha com as suas bênçãos, rodeando-nos de “rostos que são Amor” e fazendo-nos também um rosto que brilha Amor sobre os outros.
Conselho Pastoral